Esse é o clássico que abre a mente. A dor que ele mata é uma só: a gente não consegue imaginar o quão pequeno é um átomo nem o quão gigante é uma galáxia. São números com tantos zeros que a cabeça desliga.
O site resolve isso com uma barra de rolagem. Você começa num ser humano e vai diminuindo — célula, vírus, átomo, até chegar nos limites da física. Depois rola pro outro lado: prédio, cidade, planeta, estrela, galáxia, o universo observável.
